quarta-feira, 3 de outubro de 2012

RAJADAS DE VENTO

Segui por um caminho em terra que leva a Porto Afonso. Ali a pedra é barrenta e as arribas perigosas, sobretudo naquele dia, em que entre rajadas mais mansas, avançava célere uma rajada daquelas de empurrar um homem lá para baixo. A vista é esplendorosa e em permanente mutação de luz e sombras e cores porque por cima da minha cabeça as nuvens nuncam páram. 21 -15 21-16 21-17

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