quarta-feira, 3 de outubro de 2012

PELA LUZ E BAÍA DA FOLGA

Na Luz e na Folga caminho entre ermidas, impérios, igrejas quase sempre caiadas a branco. Pouco depois de passar a Igreja de Nossa Senhora da Luz, um templo fustigado ao longo dos séculos pelos sismos, fui ter ao cemitério e deste, junto a uma canada, surgiu um cavalo solitário a espreitar. Era sábado e no largo da Luz um homem dormitava num banco. Quando me viu passar, sentou-se e assim ficou, seguindo todos os meus passos. Deixei o cavalo e o homem solitário e rumei ao Carapacho, não sem antes ter ido meter o nariz na Folga e no seu mar azul. Um casal de estrangeiros tomava café numa esplanada pequena mas perfeita à beira-mar. Numa casa com a bandeira americana e a portuguesa, alguém escreveu: "Welcome to our home away from home" (bem vindos à nossa casa longe de casa)". 22-11 22-10 22-13

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