
Este edifício e toda a zona envolvente tem uma longa história, toda ela envolvendo a captura das baleias, o seu desmanche e a sua transformação para uso industrial. Tudo terminou nos anos 80 mas a memória está na cabeça das pessoas e no Museu. Agora, aquele mesmo cais é palco durante o Verão de pelo menos um festival e acolhe pessoas de todas as idades que gostam de se banhar ali. Ainda na primeira metade do mês de Outubro vi lá uma senhora a banhar-se em dias de sol que mais tarde foram substituídos pelos de bruma e chuva fustigante.

Uma noite de Outubro o mar rebelou-se e encarregou-se de enviar pedras para a frente do que foi a fábrica das baleias e hoje é museu.
Mais adiante, no caminho que faço diáriamente para a Pousada da Juventude do Pico, o mar fustiga o muro e obriga-me a passar para o passeio do outro lado, não vá levar com um duche em cima.
Sem comentários:
Enviar um comentário